O ANO COMEÇOU E NADA MUDOU... O QUE DEVE MUDAR É O INTERIOR DAS PESSOAS BUSCAR LUZ, SABEDORIA E EQUILIBRIO, SEMPRE! E PROCURAR AJUDAR NAQUILO QUE FOR POSSIVEL, PARA QUE TODOS FIQUEM BEM E CONSEQUENTEMENTE O MUNDO FIQUE BEM! É EXATAMENTE A IDÉIA DO FILME "A CORRENTE DO BEM"
A IMAGEM É PARA ILUSTRAR QUE O NATAL NÃO É SO FESTA... BEBER E COMER, É MUITO MAIS DO QUE PENSAMOS! E NA VERDADE NÃO É O NATAL É A REFLEXÃO QUE TEMOS QUE FAZER DE FORMA CONSTANTE SOBRE O NOSSO PAPEL AQUI NO PLANETA...
FIM DE ANO QUE NÃO É O DA "GLOBO"
COM CERTEZA QUE NÃO...
MAIS UM ANO DE MUITO TRABALHO E DEDICAÇÃO NAQUILO QUE FOI POSSIVEL,
DOAMOS O NOSSO MELHOR E DESEJAMOS SER MELHORES NO PROXIMO ANO,
POIS A VIDA E ASSIM PARA VIVERMOS INTENSAMENTE, MAS BUSCANDO ALEM DE TUDO
"EVOLUIR" NÃO NO "TER" MAIS SIM NO "SER" E É ISSO QUE PRECISAMOS, APENAS!
Ao acessar a caixa de diálogo (próxima pagina do link abaixo) digite a disciplina e o conteúdo estruturante – Ex. Educação Física – no campo disciplina e Jogos – no campo conteúdo.
É evidente que a Educação Física não existe, cientificamente falando. Por esta razão primeira: não há educação de físicos, mas de pessoas em movimento intencional. Logo, só há Educação Física por força de um corporativismo teimoso e de uma ignorância que se apossou do próprio Ministério da tutela. O horizonte de um ajuizamento aberto à complexidade não tolera a educação Física por que esta é um produto do racionalismo. E o que é o ser humano senão uma complexidade, donde ressaltam o corpo, a mente, a natureza, a sociedade? Foi no século XVIII que surgiu o termo "educação física". Na história da filosofia, o primeiro filósofo a utilizá-la foi John Locke, no livro "Pensamentos sobre a educação", para vincar que, sem um físico alimentado e cuidado, não há vida intelectual em serena irradiação
Mas também John Locke era um racionalista, ou melhor: um racionalista-empirista. Nele, como em Descartes, o corpo vivo é simples máquina "oú toutes les fonctions résultent de la seule disposition des organes, ni plus ni moins que les mouvements d'un horloge" (L'Homme, V.C.IV, p. 428). Para um e para outro, a alma não deriva da matéria. Ela está de facto alojada no corpo, mas "como um piloto no seu navio". Daí, a superioridade da mente em relação ao físico. No entanto, a Educação Física representa uma ruptura, no cotejo com a ginástica dos gregos e do renascimento. Não deverá esquecer-se que ainda em 1567 Jerónimo Mercurialis publicava o livro De Arte Gymnastica, fiel aos ensinamentos da ginástica de Hipócrates, Galeno e do médico (e filósofo) árabe Avicena
O iluminismo (todo o século XVIII europeu o foi) era declaradamente racionalista. E é em pleno iluminismo que despontam as grandes figuras da educação física: Jahn, Ling e Amoros. Os rapazes que a cultivassem deveriam apresentar-se possantes, de tórax e braços musculosos, que o esforço entumecia e avermelhava. As qualidades físicas, porém, não passavam de instrumento ao serviço dos imperativos categóricos da razão. E o dualismo antropológico tornava-se evidente, aliás como reflexo de uma sociedade dualista também (a sociedade burguesa, ainda amanhecente). A imponência e o aparato do físico transformavam-se num exterior sem interior, pois que a dignidade do espírito não lhe dizia respeito. A divisão da educação, em dois grandes campos - a educação intelectual e a educação física -, martelava-nos, ora com tacteante moleza, ora com percutido furor, o dogma da separação corpo-alma. O espírito não reproduz a informação percepcionada do exterior, mas transmite-a de acordo com os seus padrões de racionalidade. Assim se pensava...
O estudo sério dos sistemas complexos representa uma terceira revolução da física, após a primeira, com Galileu e Newton, e a segunda, com a teoria da relatividade e a mecânica quântica. Oxalá os educadores passem a ter em conta, o mais depressa possível, esta revolução e vejam, como nitidez, o que há de reducionista e caquético (embora respeitável, pela ética de muitos dos seus intérpretes), na educação física. Aliás, na escola nem sequer há educação física, mas sim educação desportiva, pois sem o concurso de uma bola a aula de educação física praticamente desaparece. A área do conhecimento, que eu denomino motricidade humana, tem, na sua história, três grandes momentos: a ginástica (desde osgregos até ao século XVIII), a educação física (até ao século XX) e o desporto. Que o mesmo é dizer: findou a educação física, na mesma altura em que nasceu a educação desportiva. Se 90 por cento das aulas de educação física se resumem a prática desportiva, porque não havemos de ser rigorosos na terminologia apresentada?
Estou entre os que aplaudem todos os cientistas sociais, licenciados em educação física, e que levantaram, ao ritmo da própria cultura hodierna, um corte epistemológico em relação ao passado da sua profissão, sabendo que só se verificam saltos qualitativos em organismos pujantes e vivos. Eles hão-de ensinar a uma escola cartesiana, a muitos títulos, que morreu a filosofia do ser e do logos e vem de nascer a filosofia da acção e da relação. Eles, "homens do desporto", melhor ainda: licenciados em motricidade humana, com especialização em desporto e que podem ser os arautos de uma ontologia nova, onde as referidas categorias de acção e de relação assumam importância fundamental, em todo o contexto escolar.
Mas, qual é o conceito de "Didática"? Me parece que há uma confusão quando tentamos falar sobre. Proponho uma reflexão para que possamos enriquecer nossas teorias. Vamos lá... Acesse o link e divirta-se!
No vídeo, admiramos a criatividade do povo japonês. Trata-se de um programa da rede de TV japonesa, onde os candidatos inscritos, participam de uma prova no palco. Muito interessante a forma proposta ao explorar a leitura do movimento (expressão corporal) a ser executado, o cenário (os aparatos do espectáculo) e o tempo para superar o obstáculo. Na Educação Física Escolar, deve ocorrer o mesmo, a exploração do repertório motor das crianças, usando a criatividade e o lúdico que é nato de cada um de nós. É muito importante, principalmente nas aulas de 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental, onde as crianças demonstram muita vontade e criatividade. Assista ao vídeo, faça suas observações, utilize-o em suas aulas!
Uma das minhas brincadeiras de criança em dia de chuva e frio era abrir o livro de Monteiro Lobato e ler. “Fabulas”, um livro de capa verde, velho, paginas amareladas de tanto manuseio, capa colada com “durex”, também, amarelado pelo tempo e se soltando. Não me perguntem como esse livro apareceu em minha casa, mas estava lá, sempre... A brincadeira era assim: sentávamos no chão em circulo e fazíamos uma escolha entre os participantes para começar. Abria-se o livro e lia-se a história, (fábulas) como “Os dois ladrões”, “O cavalo e as mutucas” e tantas outras maravilhosas que só de pensar sinto vontade de brincar novamente...
Quando um de nós erravamos na leitura, passavamos para o seguinte que fazia o mesmo. Abria o livro, (não podia escolher a leitura) e continuava. Puxa, era muito bom ouvir e ler as histórias. Momentos inesquecíveis!
A partir de agora, talvez, para você, faça sentido a pagina que te convido a abrir, (acessar...)
As crianças, (amiguinhos do Planeta Educação Física) podem acessar boas leituras no link, (coluna a direita abaixo do botão do som). Ótimas aventuras e bom divertimento.